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Gol

Por João Euclides 21 min. de leitura

novo Gol



São Paulo – SP – A Volkswagen lançou em um mega evento para 10 mil convidados em sua planta de Taubaté a mais nova versão de seu ícone, de seu carro sucesso, de seu líder ha mais de 20 anos em vendas; O novo Gol. Ele vem todo renovado, é um carro novo!
O novo Gol incorpora elementos de design da primeira geração, como a linha lateral e ainda revive as lanternas traseiras quadradas que marcaram o início da convivência do carro mais querido dos brasileiros. O Novo Gol chega  robusto, seguro, confiável e versátil – afinal , é um Gol. Mas está somando a isso um novo design moderno e arrojado, mais espaço interno, novos e sofisticados detalhes de acabamento, uma nova plataforma, novos  motor e câmbio, e muita tecnologia.  Exatamente como queria o cliente, em opiniões manifestadas em seis clínicas realizadas ao longo de quase dois anos – nunca, antes, uma pesquisa tão profunda havia sido feita pela Volkswagen do Brasil.

O Novo Gol está disponível, com quatro portas, nas versões 1.0 e 1.6, ambas com a opção do módulo Trend, um pacote de equipamentos que destaca ainda mais o design do carro, e 1.6 Power. O lançamento mais aguardado do mercado nos últimos (muitos) anos chega com os  novos motores VHT (Volkswagen High Torque) 1.0 Total Flex e 1.6 Total Flex, da família EA111, instalados na posição transversal, que proporcionam melhor desempenho e consumo reduzido de combustível, e ainda menor nível de emissões. Combinados ao câmbio MQ 200, o mesmo que equipa o Polo, a excepcional rigidez torcional da carroceria e o perfeito equilíbrio dinâmico da nova plataforma (derivada do Polo, com suspensão dianteira e coluna de direção ainda mais modernas) – conferem ao Novo Gol excelente dirigibilidade, superior a qualquer outro carro da categoria.

 Com a nova posição do motor, transversal, a carroceria pôde ser encurtada em 32 mm. Mais largo (5 mm) e mais alto (37 mm) por fora, o modelo oferece maior espaço interno para os ocupantes. Seu acabamento interno é cuidadoso, com ajustes perfeitos. Diversas tecnologias combinadas elevaram o conforto acústico do veículo, tornando a rodagem suave como a de automóveis de segmentos superiores.

 

O Novo Gol foi projetado com a preocupação de se manter o baixo custo de manutenção e de reparo em caso de colisão. A frente do carro pode ser substituída, bastando soltar os parafusos que a fixam. O número do chassi vem marcado no assoalho dianteiro, com fácil acesso. Dotado de imobilizador Immo 4, o mais moderno do mercado, e  fechaduras das portas encapsuladas e protegidas, a expectativa é de que os custos do seguro do Novo Gol sejam extremamente atraentes. Ainda no quesito segurança, o modelo oferece duplo airbag frontal e freios ABS como opcionais para todas as versões.

 

Em seu desenvolvimento, que durou um total de 3,5 anos (desde os primeiros "sketches" até o início de sua produção na linha de montagem), o Novo Gol rodou 2 milhões de quilômetros, em testes de durabilidade e qualidade, enfrentando condições extremas como o calor de 51°C do deserto africano e o frio de 28°C negativos do Ártico. As rodagens foram realizadas na América do Sul, América do Norte, Europa e África. O carro também foi submetido a temperaturas de 40°C negativos em ensaios de câmara climática. O Novo Gol é produzido nas fábricas de Taubaté e São Bernardo do Campo, em São Paulo, que juntas receberam mais de 500 robôs e diversos equipamentos de última geração para suas linhas de montagem. Dentre eles, o destaque é o Sistema Framer, que faz o fechamento da carroceria com precisão de 2 décimos de milímetro. É o mesmo mecanismo usado na fabricação dos modelos Audi, na Alemanha, patenteado pelo Grupo Volkswagen.

 

Além de atender ao mercado brasileiro, o Novo Gol será exportado, principalmente para a América Latina. O Gol, que ultrapasssou a marca de 5 milhões de unidades produzidas desde o lançamento em 1980, está presente hoje em mais de 50 países, com 800 mil unidades embarcadas.

 

No Novo Gol foram investidos R$ 1,2 bilhão em pesquisa e desenvolvimento, simulação virtual, ensaios destrutivos, testes de durabilidade, novas máquinas e sistemas de produção, e treinamento de pessoal. Sem dúvida, o carro que está sendo lançado pela Volkswagen do Brasil pode, orgulhosamente, ser chamado de sucessor do seu modelo de maior aceitação até hoje no país.Desenvolvido no Brasil, por brasileiros, esse carro merece o nome que carrega: ele é o NOVO GOL. 



MOTOR, CÂMBIO E CHASSI

 

O Novo Gol já nasce com os motores EA-111 VHT (Volkswagen High Torque) Total Flex, que também passaram a equipar os modelos da linha 2009 da Volkswagen. O motor 1.0 litro VHT é o mesmo presente no Fox. O motor  1.6 litro VHT equipa também os modelos Fox, CrossFox, Polo, Polo Sedan e Golf.  O conceito VHT foi desenvolvido para o Novo Gol, mas a Volkswagen do Brasil decidiu estendê-lo aos outros modelos em razão dos resultados obtidos nos testes: torque excepcional,  baixo consumo de combustível e redução nas emissões. O ganho de eficiência foi alcançado por meio de um trabalho de aperfeiçoamento feito pela Engenharia de Motores da Volkswagen do Brasil. Os motores da família EA-111, produzida na fábrica de São Carlos desde o final de 1995, se caracterizam pela modernidade de projeto e dos métodos de construção. Por exemplo, é o primeiro motor produzido no Brasil que emprega o sistema de fratura da cabeça da biela, que garante extrema precisão de montagem na árvore de manivelas, um sistema adotado pelos principais fabricantes do mundo.

 

No Novo Gol, a troca de óleo do motor deverá ocorrer a cada 15.000 km ou 1 ano de uso, prevalecendo o que ocorrer primeiro. É preciso apenas observar a recomendação quanto ao óleo, que deve ser 100% sintético, de classificação API SL e viscosidade 5W-40.

 



VHT 1.0: o maior torque do mercado

 

O VHT 1.0 é o motor de maior torque da categoria no mercado brasileiro: 10,6 kgfm (104 Nm) com álcool e 9,7 kgfm (95 Nm) com gasolina, ambos a 3.850 rpm. A potência máxima de 76 cv (álcool) e 72 cv (gasolina), além de elevada diante da concorrência, ocorre a apenas 5.250 rpm. O resultado é um funcionamento em rotações baixas que se assemelha a um motor de maior deslocamento volumétrico, proporcionando grande prazer ao dirigir e ágeis retomadas de velocidade na mesma marcha.

Contribui para isso a elevada taxa de compressão de 13:1, a mais alta entre todos os carros do mercado brasileiro, e a ótima geometria biela-manivela do virabrequim, graças à biela de grande comprimento (152 mm) em relação ao curso dos pistões. Influi também a escolha acertada das características do comando de válvulas e o desenho do coletor de admissão, que conta com um elemento ressonador, bem como pistões de anéis estreitos.

 

O coletor de escapamento é de aço estampado com catalisador integrado, e as emissões gasosas estão enquadradas nos limites do Proconve 4. Para atender ao Proconve 5, em vigor a partir de janeiro de 2009, será suficiente apenas aumentar a carga de metais nobres do catalisador.

 

A construção de duas válvulas por cilindro do motor VHT, mais simples, assegura custos de manutenção ou reparação mais baixos no futuro, e não impediu que fossem obtidos números de torque e potência expressivos.

O Novo Gol VHT 1.0 é o carro mais veloz de sua categoria, atingindo 167 km/h (com gasolina) e 169 km/h (com álcool). Ele também é o primeiro a alcançar os 100 km/h partindo do repouso: em 13,4 s, com gasolina, e 12,9 s, com álcool.

 



VHT 1.6: muita força em baixa rotação

 

O torque máximo do motor VHT 1.6 é de 15,6 kgfm (153 Nm) com álcool e 15,4 kgfm (151 Nm) com gasolina, ambos a 2.500 rpm. Isso corresponde a um torque específico de 9,8 kgfm/l, expressivo para um motor com esse deslocamento volumétrico, principalmente considerando-se a rotação baixa em que o valor máximo é atingido.

A potência do VHT 1.6 é de 104 cv (álcool) e 101 cv (gasolina), ambas a 5.250 rpm. Assim como ocorre como o VHT 1.0, a potência máxima em baixa rotação garante boas respostas à aceleração e na retomada de velocidade.

 

A elevada taxa de compressão de 12,1:1 foi um melhoramento recente aplicado ao EA-111 1.6, bem como o coletor de escapamento tubular em aço inox com catalisador integrado. As características do comando de válvulas foram estabelecidas visando favorecer o torque e a potência em rotações mais baixas.

 

A biela do motor 1.6 VHT também mede 152 mm de comprimento, adequada para oferecer geometria biela-manivela do virabrequim favorável a um funcionamento livre de vibrações. O motor 1.6 conta com injetores de óleo na base dos cilindros para refrigeração dos pistões.

 

O motor VHT 1.6 também atenderá o Proconve 5 apenas com a carga de metais nobres no catalisador. Da mesma forma, ele tem duas válvulas por cilindro. O Novo Gol VHT 1.6 é ainda o mais rápido da categoria: atinge 190 km/h (gasolina) e 192 km/h (álcool). E também é o primeiro a chegar aos 100 km/h: 9,8 s (gasolina) e 9,6 s (álcool).

 


Acelerador eletrônico evita solavancos

 

O Novo Gol oferece acelerador eletrônico em todas as suas versões. O movimento efetivo da borboleta de aceleração é controlado pelo módulo de comando eletrônico a partir de sinal elétrico enviado por um potenciômetro ligado ao pedal do acelerador.

Além da conhecida vantagem de maior suavidade de marcha, por ser impossível o motorista produzir trancos ao acelerar, o limite de rotação (6.500 rpm) é conseguido por fechamento da borboleta de aceleração, não por corte de injeção, como em muitos carros. O resultado é a eliminação total dos desagradáveis solavancos na situação de corte.

 

Em caso de pane no sistema – uma possibilidade remota – o motorista não precisa se preocupar. Existe uma função "leve-me para casa" no controle da borboleta que a mantém aberta, em posição fixa, tornando possível rodar com o veículo até uma concessionária Volkswagen.

 



Chassi: receita tradicional de sucesso

 

O Novo Gol traz o conhecido e aprovado chassi dos modelos Volkswagen de tração dianteira, caracterizado por suspensão dianteira tipo McPherson com molas helicoidais e quadro auxiliar, e suspensão traseira interdependente por eixo de torção com molas helicoidais. As versões 1.0 com direção hidráulica opcional e 1.6 contam com barra estabilizadora tipo desacoplada, conectada às colunas de suspensão por bielas. Todas são equipadas com amortecedores pressurizados.

 

Os braços de controle triangulares dianteiros possuem articulação bidirecional, com a bucha silenciosa traseira de eixo vertical para produzir efeito auto-estabilizante em condições de coeficiente de atrito diferente entre lados. O efeito auto-estabilizante é complementado pelo raio de arrasto negativo. A direção é por caixa de pinhão e cremalheira com servoassistência hidráulica, de série na versão Power e opcional nas demais, de assistência variável inversamente proporcional à rotação do motor. O diâmetro mínimo de curva é de 10,4 metros.

Os freios dianteiros são a disco ventilado de 239 mm de diâmetro, quando a roda é de 13 polegadas, e de 256 mm, com rodas de 14 e 15 polegadas. Na traseira, a tambor de 180 mm de diâmetro, auto-ajustável. O freio ABS é opcional para todas as versões. Neste caso, trata-se da mais moderna versão em uso, a 8.2.ainda inédita no Brasil.

Nos discos de freio, a Volkswagen do Brasil está lançando uma tecnologia igualmente inédita e patenteada, a "Visual Check". Por meio de dois pequenos orifícios de profundidades diferentes, o motorista pode saber, visualmente, se chegou a hora de trocar os discos de freio, auxiliando em sua segurança e no diagnóstico correto das condições do veículo.


INTERIOR

 

Além de aumentar o espaço disponível para os ocupantes, o interior do Novo Gol foi projetado para proporcionar um ambiente agradável e de visual moderno, com materiais de qualidade e um acabamento cuidadoso. Mais moderno e elegante, o novo painel é bicolor e conta com velocímetro, medidor analógico da quantidade de combustível e termômetro do líquido de arrefecimento em todas as versões.

O interruptor do pisca-alerta fica no centro do painel, ao alcance do motorista e do acompanhante. O quadro de instrumentos traz hodômetro digital totalizador e parcial. O conta-giros é de série no Novo Gol 1.6 Power e opcional nas demais vesões (Gol 1.0 e Gol 1.6). A sustentação do painel é feita por suporte próprio dedicado, a exemplo do Fox e do Polo. O amplo porta-luvas tem 4,3 litros de capacidade.

O cuidado com o acabamento reflete-se no fato de toda e qualquer cabeça de parafuso no habitáculo, mesmo na versão básica, ser coberta por capa, o que confere ótimo aspecto visual. O temporizador do limpador de pára-brisa é de série no Gol Power e opcional nas outras duas versões, mas todas contam com o útil acionamento "uma-varrida".

 

Outro item de conforto e praticidade é o grande número de porta-objetos no interior do Novo Gol. A versão Power, por exemplo, oferece oito porta-objetos: um em cada porta, um na lateral externa do banco do acompanhante, dois no console (também presente em todas as versões) e um na tampa de acesso à caixa de fusíveis, sob o painel e à esquerda, adequado para deixar um telefone celular.

A versão Power contém ainda uma bolsa para revistas no encosto do banco dianteiro direito e porta-copos dianteiro e traseiro. As demais versões possuem também o porta-copos dianteiro.

 

Internamente, o Novo Gol Power se diferencia também pelos aros dos instrumentos e dos difusores de ar cromados, que nas outras versões têm cor cinza, bem como pela iluminação para os espelhos dos pára-sóis e pelas capas nos trilhos dos bancos dianteiros que se estendem ao espaço traseiro.

O volume do porta-malas do Novo Gol manteve-se igual ao do Gol atual: 285 litros com o porta-pacotes em posição normal. O modelo oferece como opcional bancos traseiros bi-partidos com acesso ao porta-malas, que é totalmente revestido em todas as versões.

 



DESIGN

 

No desenvolvimento do Novo Gol, a Volkswagen do Brasil aprofundou sua filosofia de conhecer os desejos, opiniões e expectativas do cliente.  Para saber o que queria o comprador do carro mais vendido do país, a empresa realizou seis clínicas durante um período de dois anos e meio – a mais ampla pesquisa já realizada antes do lançamento de um carro.

Nessas clínicas, quando o objetivo da pesquisa era revelado, muitos consumidores diziam: "Por favor, não mudem o carro". O cliente do Gol sempre apreciou virtudes como a mecânica descomplicada e robusta, a qualidade e o comportamento dinâmico do carro. Mas, devagar, vinha demonstrando também o desejo por um design mais ousado e acabamentos mais sofisticados no veículo. 

"Desenvolvemos o Novo Gol para superar as expectativas de nossos clientes, mantendo os atributos do modelo e dando a ele novos valores representados pela beleza do novo carro", afirma  Thomas Schmall,  presidente da Volkswagen do Brasil. "O Gol é o modelo preferido dos brasileiros, por isso ouvimos mais do que nunca os nossos clientes e os clientes da concorrência antes de mexer nele", complementa Flávio Padovan, vice-presidente de Vendas e Marketing da empresa.

O processo de criação do Novo Gol começou com maquetes feitas pela equipe de Design & Package da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo, sob o comando de Gerson Barone, gerente dessa área. Dois temas foram enviados ao Centro de Design da Volkswagen em Potsdam (Alemanha), e o melhor deles recebeu retoques de aperfeiçoamento do brasileiro Luiz Alberto Veiga, criador do Fox e chefe da equipe de designers brasileiros no local.

Antes de ganhar suas linhas definitivas, o projeto do Novo Gol recebeu também um leve refinamento nos estúdios de design da empresa em Wolfsburg, passando pelas mãos do italiano Walter de'Silva, designer-chefe do Grupo Volkswagen (que assina projetos como Scirocco, Audi Q7 e Seat Ibiza), e do alemão Klaus Bischoff, diretor de Design da marca Volkswagen.

 

O resultado do desenho do Novo Gol é uma "silhueta rápida, dinâmica, em cunha, robusta e esportiva", nas palavras de Barone. A dianteira apresenta contornos avantajados, conferindo ao modelo um ar imponente e uma forte estabilidade visual, desenhada com  proporções mais horizontalizadas, remetendo às raízes da marca e, principalmente, a algumas fortes características da primeira geração do Gol.

A traseira cai abruptamente, rápida, tipo "fastback", com as mesmas intenções de proporções estabelecidas na dianteira. As lanternas, de motivo agora retangular, são postadas estrategicamente nas extremidades, trazendo um pouco do modelo da primeira geração.

 

Apesar das dimensões compactas, como comprimento total de 3.899 mm, o coeficiente aerodinâmico (Cx) do novo Gol é 0,34 e a sua área frontal mede 2,01 m², o que resulta no produto Cx x A de 0,683 m². O Cx foi determinado em computador e confirmado no túnel de vento da Volkswagen, em Wolfsburg.

 

A forte linha de caráter – a pequena dobra a aproximadamente meia-altura que se estende por toda a lateral e está presente desde o primeiro Gol, em 1980 – foi desenhada com raio muito pequeno e ângulo extremamente agudo, o que constituiu um desafio para a Manufatura, dada a dificuldade em estampar a peça. Mas as linhas de produção conseguiram realizar o sonho dos designers com esmero e precisão.

 

O visual da traseira foi concebido de maneira a realçar os dois grupos óticos, complementado pelo defletor de ar (aerofólio) integrado à tampa traseira, numa só unidade estampada. Com isso obteve-se um ar elegante e, ao mesmo tempo, robusto. Mais do que o aspecto visual, o defletor de ar contribui efetivamente para a redução do arrasto aerodinâmico do Novo Gol.



Quanto às dimensões externas, o carro cresceu em altura (37 mm) e largura (5 mm), proporcionando mais conforto aos ocupantes. No interior, houve ainda ganho de espaço para as pernas (19 mm na frente e 14 mm atrás), apesar de o comprimento do veículo ser 32 mm menor, graças ao posicionamento transversal do motor.

 

Quinze meses antes do início de produção do Novo Gol foram definidas as cores externas, os cromados, os revestimentos e os tapetes, entre outros itens. As cores externas são: branco Cristal, vermelho Flash, cinza Urano e preto Ninja, sólidas; prata Light e cinza Vulcan, metálicas, e vermelho Radiante, especial para o lançamento.

 

Assim como o exterior, o conjunto interno do Novo Gol foi totalmente redesenhado. O novo painel de instrumentos combina linhas orgânicas, arredondadas, e formas geométricas. Exclusivo no segmento, o painel da versão Power tem duas cores (Antracite e Cool Gray) e detalhes destacados na coloração Moon Silver. Esses detalhes, aliás, também estão presentes nas demais versões, facilitando o acesso do motorista aos comandos.

As teclas e os ícones do painel têm informações concisas e de fácil compreensão. O instrumento combinado tem grafismo técnico e balanceado, que favorece a precisão com rápida leitura. Todas as escalas – de velocidade, combustível, temperatura e conta-giros – são indicadas por ponteiros. Já as informações adicionais são exibidas por um único display frontal ao motorista, o I-System, de fácil assimilação.

 

As laterais das portas foram renovadas e permitem a aplicação de tecido em todas as versões. Os bancos ganharam novos tecidos, mais agradáveis ao toque, e nova forma, mais ergonômica, além de um porta-revistas nas costas da versão Power. Os tecidos foram escolhidos para aliar  tecnologia e bom gosto.

 

Na versão de entrada do Novo Gol, o tecido Tear Crepe Cinza dos bancos foi combinado à malharia Attraction, bastante atraente, como diz o nome. Com brilho acentuado, os fios coloridos dos bancos foram cuidadosamente combinados com os detalhes internos em Moon Silver, valorizando a forma das peças.

Já o pacote Trend se diferencia ainda pela combinação do Moon Silver com as peças cromadas de efeito acetinado, também presentes na versão Power, que exigiram extremo cuidado com a superfície e os ajustes.

O tecido Spacer Cinza, usado na versão Power, é caracterizado por efeitos em relevo que fazem referência ao mundo dos esportes. O cromo também está presente no revestimento interno do modelo, reforçando a qualidade do acabamento.

A logotipia do nome "Gol" e da motorização, em itálico, traduz dinamismo, seguindo as mais modernas tendências da Volkswagen, presentes no Scirocco e no Passat CC. Já as logotipias das versões surgem adesivadas nas portas, como uma grife.  

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